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sexta-feira, março 31, 2006

 

A reestruturação do estado

O Governo aprovou-a e ontem foi apresentada publicamente.
E foram 187 os organismos do Estado que desapareceram, ou por fusão ou por extinção.
Esta reforma, aliás substancial, teve na base, como disse o Primeiro-Ministro, critérios de racionalização e eficiência, e não com o intuito de se gastar menos dinheiro.
Os Governadores Civis “ aguentara-se” na totalidade, mesmo que a Comissão que fez os estudos para esta reestruturação tivesse proposto reduzir esses cargos de 18 para 5, ou seja, 1 para cada uma das regiões que vão ser adoptadas na divisão do país.
Para continuarem a exercer funções os actuais Governadores Civis foi aduzida uma razão política e o Ministro António Costa disse claramente ser importante que o Governo tenha os seus representantes políticos ao nível dos distritos.
Foram eles, portanto os grandes vencedores desta “ revolução” na organização administrativa.
Com ela, o Governo mostrou, mais uma vez, vontade e determinação em agir e não apenas, como alguns dizem, em fazer promessas ou fazer anúncios propagandistas.

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