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terça-feira, março 28, 2006

 

Os Partidos e alguns militantes

Sempre tive o propósito de procurar distinguir o que representa um Partido Político de certas acções de alguns militantes, acções nem sempre correctas.
Um Partido vele pelo seu programa, onde devem reflectir-se as convicções políticas, os princípios e valores, que são a razão da sua existência e que devem ser postos em prática em prol de uma melhor sociedade.
Os militantes que o devem servir sempre com entusiasmo mas sempre também com ética e seriedade, alguns desses dão, por vezes, mais valor às suas posições e ambições pessoais, levando-os a quezílias, intrigas e malquerenças em relação a outros, o que fomenta divisões internas, que podem prejudicar o próprio Partido.
Mas, nunca este se deve confundir com as acções individuais e nem sempre bem ponderadas de certos militantes.
Há, sim, que encontrar os meios precisos para fazer ver aos seus autores a incorrecção com que procedem e, depois, continuar, dentro do Partido a lutar pelos princípios e matrizes que o caracterizam.
Só quando o Partido se afasta abertamente ou mesmo renega tais matrizes, pode admitir-se o seu abandono.
É que, na verdade, em todos os Partidos há sempre quem se deixe levar por interesses pessoais, por ambições desmedidas, por antipatias em relação a outros, provocando maus ambientes.
Só que o Partido é uma coisa outra são os militantes que não o sabem ser com civismo, com educação, com coerência, com lealdade e seriedade.
Qualquer Partido precisa da unidade no seu seio, para que mais facilmente possa alcançar as suas principais finalidades.
E, algumas vezes, para se afirmar como realidade essa unidade, necessário se torna que, com humildade democrática se “ engulam sapos “ , como se costuma dizer-se pondo acima de tudo o interesse partidário.

Comments:
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